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Cada um ouve o que quer ouvir

Ontem, ao dar posse a três ministros (Walfrido dos Mares Guia nas Relações Institucionais, Marta Suplicy no Turismo e Reinhold Stephanes na Agricultura) o presidente Lula falou sobre a coalizão que seu governo formou: "Mas uma coalizão que pudesse mostrar ao Brasil que é possível fazer política no país com P maiúsculo e que é possível construir um país pensando nos próximos 20 anos, e não apenas nos próximos quatro anos", afirmou. Ao noticiar o fato a "Folha de S.Paulo" segue a matéria dizendo: "A idéia de um projeto de 20 anos de poder era acalentada pelo ex-ministro tucano Sérgio Motta, morto em abril de 1998."

E daí? O que tem uma coisa a ver com a outra? Sérgio Motta, nada saudoso ministro de FHC, declarou: ""O PSDB não é um partido de tertúlias acadêmicas e sim um partido que tem projeto de poder" e afirmou textualmente que o PSDB pensava em ficar no poder por pelo menos 20 anos.

Uma coisa é ter sede pelo poder. Outra é se preocupar com o futuro do país e parar de ficar pensando no Brasil em períodos separados de 4 anos.

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Pastor de Chapadinha vai a Itapecuru prestar depoimento

O assassinato do empresário Pedro Lopes Fontenelle, em Vargem Grande, ainda é um mistério. Para ajudar a solucionar o caso o pastor Elias Lima, presidente da Assembleia de Deus em Chapadinha, se dirigiu à Delegacia de Itapecuru-Mirim na manhã desta terça-feira (02) para prestar depoimento.
O crime aconteceu na última quarta-feira (27) às margens da BR-222, em frente a uma propriedade que o pastor havia vendido para o empresário. O empresário foi executado com dois tiros e não levaram nada dele.
Segundo um genro do pastor, o irmão Ezequiel Douglas, ele não recebeu qualquer intimação para comparecer ao distrito policial que investiga o caso e se dirigiu de forma espontânea. “Como ninguém sabe quem são os autores nem a motivação do crime, cabe todos que tiveram algum contato recente com a vítima munir as autoridades policiais com toda informação que possa ajudar a solucionar o caso”, afirmou ao blog.
Pedro Lopes Fontenelle tinha 46 anos e atuava no ramo frigorífico em Vargem Grande.

O que não te disseram sobre a "farra dos contracheques"

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A realização destes trabalhos deve ser atestada, mas essa checagem desmonta a tese segunda qual ele receberia um grande salário para dividir com um ex-prefeito e um vereador.
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O problema aumentou durante uma recente posse de secretários no gabinete do prefeito. Parecia que ele já estava concluindo mais um dos seus longos discursos quando olhou o vereador entre os presentes e relembrou o diálogo afirmando não levar a sério o diagnóstico. Constrangendo o parlamentar, o prefeito disse que aquilo era conversa de quem estava com algo cheio de cachaça.
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Pra piorar, ao saber das reclamações do vereador, o pre…