Pular para o conteúdo principal

Um ano no PT

Hoje completa um ano que eu assinei a minha ficha de filiação ao Partido dos Trabalhadores.

Filiei-me porque sempre fui de esquerda, defensor da liberdade, das mudanças e da justiça social, e no momento que a direita tentou escorraçar a esquerda do poder utilizando uma crise do sistema político brasileiro para tentar forçar o impeachment do presidente Lula vi que não podia assistir tudo aquilo inerte. O apoio à idéia de tirar Lula do poder à força teve pouco alcance na população. A maioria se dividiu em dois grupos: Os que não apoiavam o impeachment e os que eram declaradamente contra essa idéia absurda. Ao me filiar ao PT deixei claro ser membro do segundo grupo.

Cresci muito neste período. Passei por experiências que me marcaram. Assumi a secretaria de movimento estudantil secundarista da Juventude do PT/DF, fui membro da coordenação de campanha da candidatura da companheira Arlete Sampaio ao governo do DF, militei, panfletei, discuti, lutei pela reeleição do presidente e, mais ainda, contra a volta dos tucanos ao poder, participei do Seminário Nacional de Juventude, conheci o PT por dentro, a conturbada convivência das diferentes tendências internas. Também tive ótimas experiências pessoais. Conheci muita gente, fiz amigos e companheiros com os quais espero contar por toda a vida.

Deixo claro porém que meu compromisso maior não é com o PT, mas com o Brasil. Estou neste partido porque acredito que ele é, hoje, a melhor opção para o Brasil caminhar rumo a uma sociedade mais igualitária, mas socialista. É utopia, dirão alguns. Respondo com as palavras de Eduardo Galeano: "A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia então? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar".

Obrigado aos companheiros e às companheiras que me receberam de braços abertos e com os quais estive fazendo a minha parte para construir uma sociedade mais livre, justa e solidária.

“Ousa lutar, ousa vencer, aqui está a juventude do PT”

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pastor de Chapadinha vai a Itapecuru prestar depoimento

O assassinato do empresário Pedro Lopes Fontenelle, em Vargem Grande, ainda é um mistério. Para ajudar a solucionar o caso o pastor Elias Lima, presidente da Assembleia de Deus em Chapadinha, se dirigiu à Delegacia de Itapecuru-Mirim na manhã desta terça-feira (02) para prestar depoimento.
O crime aconteceu na última quarta-feira (27) às margens da BR-222, em frente a uma propriedade que o pastor havia vendido para o empresário. O empresário foi executado com dois tiros e não levaram nada dele.
Segundo um genro do pastor, o irmão Ezequiel Douglas, ele não recebeu qualquer intimação para comparecer ao distrito policial que investiga o caso e se dirigiu de forma espontânea. “Como ninguém sabe quem são os autores nem a motivação do crime, cabe todos que tiveram algum contato recente com a vítima munir as autoridades policiais com toda informação que possa ajudar a solucionar o caso”, afirmou ao blog.
Pedro Lopes Fontenelle tinha 46 anos e atuava no ramo frigorífico em Vargem Grande.

O que não te disseram sobre a "farra dos contracheques"

Enquanto a gritaria tomava conta das redes sociais, me dediquei a estudar a folha de pagamento da Prefeitura de Chapadinha e verifiquei alguns dados que precisam ser esclarecidos.
Primeiro, nenhum vigia “recebe” R$ 6 mil. O presente do indicativo é usado para demonstrar ação continuada. E o vigia Marcelo Costa Abreu, segundo este mesmo Portal da Transparência que serve de fonte para pinçar informações pela metade e causar alvoroço, tem um salário de R$ 1.247,50. Nos meses de Setembro e Outubro ele recebeu gratificações para compensar outros serviços que ele teria prestado à administração municipal, segundo relato dele mesmo em áudio que circula nos grupos de WhatsApp.
A realização destes trabalhos deve ser atestada, mas essa checagem desmonta a tese segunda qual ele receberia um grande salário para dividir com um ex-prefeito e um vereador.
Outro dado que tem aparecido de maneira muito distorcida é a lotação de todos os servidores como funcionários do gabinete do prefeito. Na verdade…

Não Chamem Pra Mesma Mesa o Prefeito e o Cunhado Vereador

A confusão começou numa comemoração de família. Os dois conversavam com o nível etílico um pouco acima do recomendado quando o parlamentar externou suas preocupações com o rumo do governo e o prefeito reagiu contrariado quando ouviu o irmão da primeira-dama lhe dizer que se a eleição fosse hoje ele seria derrotado.
O problema aumentou durante uma recente posse de secretários no gabinete do prefeito. Parecia que ele já estava concluindo mais um dos seus longos discursos quando olhou o vereador entre os presentes e relembrou o diálogo afirmando não levar a sério o diagnóstico. Constrangendo o parlamentar, o prefeito disse que aquilo era conversa de quem estava com algo cheio de cachaça.
O vereador, é claro, não escondeu a contrariedade com a conversa, que havia acontecido em âmbito privado, ser tratada publicamente e principalmente com os termos que o prefeito usou na frente de outros parlamentares e membros da equipe de governo.
Pra piorar, ao saber das reclamações do vereador, o pre…