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Ó céus, é vida

Como é duro ser vascaíno.

Cheguei ontem no Spetos Bar para assistir o jogo do Vasco contra o Botafogo com alguns amigos e logo vi algo estranho. Os botafoguenses, pasmem, eram maioria. Havia quatro torcedores do clube da estrela solitária presentes. Pare e pense: Quantas vezes vocês viu quatro botafoguenses juntos?

Começa o jogo e o Vasco faz dois gols em 3 minutos com Renato (em lance bizarro) e Abedi em ritmo de treino. O Botafogo, em ritmo de pelada, marcou seu primeiro um minutos depois. Nada de Romário no jogo até então. Aos 22 minutos Zé Roberto aproveitou cruzamento e empatou o jogo. Até aí nada de Romário ainda. Para aumentar a anormalidade do jogo o zagueiro vascaíno Jorge Luiz, que está longe de ser reconhecido pela sua classe, colocou o Vasco de volta na frente com um gol de cobertura. Romário tentou cabecear a bola, mas, como ele é "baixinho", não alcançou. Ainda no primeiro tempo o Botafogo não só empatou com Dodô marcando de cabeça como virou com um gol de falta (e uma ajudinha do goleiro Cássio) do meia Lúcio Flávio.

Começa o segundo tempo e nada de Romário. Lá pelos 36 minutos o craque Allan (quem?) empatou o jogo para o Vasco, que como um náufrago insiste e em sobreviver (não sei se vocês notarão a relação náufrago, barco, Vasco da Gama e tal).

Acabado o tempo regulamentar, mais quatro minutos de acréscimo e muita confusão fomos a decisão pela vaga na final em cobranças de pênaltis. Pelo Botafogo cobraram e converteram Dodô, Juninho, Juca e Luciano Almeida (foi o suficiente). Pelo Vasco Morais chutou o meio e o goleiro Júlio César defendeu, Dudar chutou para fora e Roberto Lopes (logo ele) converteu. 4 X 1 para o Botafogo e Vasco eliminado.

A propósito, nada de Romário.

Noticia-se agora que Renato Gaúcho deixará o Vasco e seguirá para treinar o Corinthians. A "novidade" em São Januário pode ser Antônio Lopes.

Como é duro ser vascaíno.

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