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Ao governador

Ilmo sr. governador do Distrito Federal José Roberto Arruda,


Vossa excelência não me conhece, portanto trato de me apresentar. Sou um jovem estudante de jornalismo e militante da esquerda brasiliense. Nunca apoiei sua candidatura e exatamente por sentir calafrios ao pensar na possibilidade de um mentiroso governar o Distrito Federal apoiei a candidatura da ex-vice-governadora Arlete Sampaio na disputa pelo comando do GDF que se deu em 2006.

Depois de outubro, como disse o presidente Lula no seu discurso depois da segunda vitória, não há mais adversários e passei a torcer por vossa excelência. Cri que vossa excelência tinha uma grande oportunidade de fazer um ótimo governo. Bastava fazer o mínimo que se espera de um político, aquilo que ele prometeu em campanha.

Vossa excelência não prometeu demolição de prédios, demissões e abandono das causas sociais, mas é o que vem acontecendo neste sete meses e meio do seu governo. Vossa excelência falou que em cada escola construiria quadras poliesportivas e colocaria, repito, em cada escola pública, um dentista para atender as crianças. Meu Deus. Nem professores suficientes nós temos, imagine dentista. E os pardais, governador? Vossa excelência disse que ia acabar com essa maquininha caça-níquel e enganou a classe média da capital. Uma multa chegou aqui em casa, diga-se de passagem.

Muito tempo de governo ainda lhe resta, o que resta pouco é a paciência dos brasilienses. Por isso peço que mude de rumo.

Continuo esperançoso que os problemas do transporte "público" sejam resolvidos. O que o trabalhador humilde passa todo dia com esse apagão terrestre é realmente de cansar, mas este povo, o povo humilde, que elegeu vossa excelência, não cansa. Não pode se dar o luxo de cansar. E, teimoso, segue acreditando que vossa excelência se lembrará das promessas e as cumprirá.


Luiz Eduardo Braga,
cidadão brasiliense

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