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Os amigos da Abril

Sou tão amigo da Editora Abril quanto da Rede Globo. Nem um pouquinho (ouviu Galvão?). Porém, não faço falta na vasta galeria de defensores da editora dona da revista Veja:

José Serra (PSDB), co-presidente da República, pré-candidato à 2010 e governador de São Paulo sob as bençãos da Abril;
Aécio Neves (PSDB), futuro presidente da República, tão pré-candidato quanto Serra e governador de Minas Gerais;
Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio de Janeiro e pré-candidato a vice-presidente em 2010;
Gilberto Kassab (DEM), prefeito de São Paulo por decisão de Serra e pré-candidato a reeleição;
César Maia (DEM), blogueiro e prefeito do Rio de Janeiro;
Tasso Jereissati (PSDB), senador e presidente nacional dos tucanos;
José Sarney (PMDB), ex-presidente da República, do Senador, senador e ex-dono do Maranhão;
Jefferson Péres (PDT), senador;
Demóstenes Torres (DEM), senador;
Pedro Simon (PMDB), senador (até ele);
Fernando Gabeira (PV), deputado;
Onyx Lorenzoni (DEM), deputado e líder do seu partido na Câmara;
Claudio Weber Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil
Maurício Azêdo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
Dalmo Dallari, jurista

Não adianta. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) fez uma denúncia contra a editora Abril e ela tem que ser apurada. Ponto.

Se a investigação deve ser feita por uma CPI ou não? Bem, se fazem CPI para investigar os aviões atrasam...

Comentários

Claudio Weber Abramo disse…
Prezado senhor:

Informo que enviei à Veja a seguinte comunicação:

Prezados senhores:

A respeito de declarações minhas publicadas na edição de Veja desta semana, gostaria de esclarecer o seguinte:

1. Confirmo que a atitude to sr. Calheiros parece represália contra a publicação, por Veja, de reportagens que exibem dimensões antes desconhecidas de seus negócios, e que o deixam muito mal.
2. Declarei, ainda, que as matérias de Veja me pareceram bem feitas.
3. Contudo, não declarei que "Pela leitura do noticiário, não enxerguei nenhum ilícito praticado pela empresa". O que disse foi que a leitura do noticiário não permitia concluir nada numa direção ou noutra.
4. Também declarei que a eventual instauração de uma CPI para tratar do assunto não deve ser encarada como ameaça à democracia ou manifestação de autoritarismo.

Atenciosamente,

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