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"O Maranhão não pode parar" faz barba, cabelo e bigode

Depois de uma apuração dramática, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), foi reeleita para o cargo recebendo 1.459.792 votos ou 50,08% dos votos válidos. O segundo colocado foi o deputado comunista Flávio Dino com 29,4% dos votos. O governador cassado Jackson Lago (PDT) obteve 19,5%, amargando a terceira colocação. A vitória da chapa Roseana-Washington Luiz, comprovou o acerto da aliança PT-PMDB.

A coligação "O Maranhão Não Pode Parar" elegeu ainda os dois senadores, Edson Lobão e João Alberto, além de 13 dos 18 deputado federais e 30 dos 42 deputados estaduais.

Na disputa presidencial, a candidata petista, que contou com o apoio integral da chapa roseanista, teve 70,6% dos votos, contra 15% de José Serra (PSDB) e 13,5% de Marina Silva (PV).

Se por um lado o PMDB e o PT são os grandes vitoriosos dessa eleição, Jackson Lago (PDT) e Zé Reinaldo Tavares (PSB), que pintaram o sete há quatro anos, são os grandes derrotados. O "velhinho" não teve estrutura, não teve energia, não teve empolgação e, mais importante, não teve voto. Nem em São Luís, onde foi prefeito por três vezes, ele se deu bem. Não passou de 15,4% dos votos.

O Zé Reinaldo perdeu a disputa por uma vaga no Senado, viu seu candidato a governador morrer na praia e sua ex-esposa, Alexandra Tavares, amargar uma votação pífia. Aos Tavares, só restou o mandato de deputado estadual de Marcelo e só.

Flávio Dino não ganhou, mas também não pode ser considerado um derrotado. Estadualizou seu nome em apenas quatro anos na política e continua sendo o que sempre foi: Um político promissor.

Apesar de ter sido acompanhado por Zé Reinaldo Tavares e PPS, Flávio Dino apoia Dilma e o segundo turno presidencial o coloca na mesma trincheira de Roseana, o que pode aumentar os laços entre os dois. Aguardemos para conferir.

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