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Erik Marinho rebate acusações. "César Bello faz jornalismo fedorento"

Meus amigos de Chapadinha,


Nos últimos dias tenho sido vítima de uma campanha sórdida, via internet, que procura macular minha imagem perante a sociedade maranhense, principalmente perante o povo da minha terra querida, Chapadinha. Apesar de não apresentarem nenhuma prova que ateste qualquer conduta reprovável de minha parte, tive meu envolvido em um factóide relacionado a Secretaria de Educação. Também fui alvo de especulações a respeito de meu patrimônio, adquirido ao longo de vários anos de trabalho como profissional do Direito.

A princípio - e dado o caráter especulatório de tais afirmações, travestidas de matérias jornalísticas - não pensei em responder, já que o caso me parecia mais adequado ser tratado na via judicial. Mas em respeito ao povo do Maranhão e principalmente de Chapadinha, resolvi fazer alguns esclarecimentos. Creio que estes serão suficientes para dirimir eventuais dúvidas quantos aos fatos aventados. O resto será resolvido no fórum adequado: a Justiça.

De fato, recebi o jornalista Cesar Belo para uma conversa. Na ocasião, prestei todos os esclarecimentos necessários sobre os fatos que ele apontava no seu blog. Especificamente sobre minha casa ao qual ele se refere, foi adquirida no ano de 2008, mediante financiamento junto a Caixa Econômica Federal - CEF. Do mesmo modo, o veículo SW4, também financiada no ano de 2008 junto ao Banco Finasa. Apesar dos esclarecimentos, para minha surpresa e indignação, as informações foram publicadas de maneira distorcida. E mais: depois de fazer ilações a respeito da minha conduta, o jornalista disse que “havia muitas contradições”. Não apontou, porém, nenhuma dessas contradições. Apenas conclui apressadamente, como quem tem nítido interesse em prejudicar alguém, que os papéis supostamente remetidos à Procuradoria Geral do Estado - PGE “devem revelar detalhes de uma possível denúncia”.

Ora, vejam só. Mesmo admitindo não haver denuncia alguma, na ânsia de querer me atingir, o jornalista toma para si o papel de juiz ou de autoridade policial e acaba afirmando categoricamente em seu texto, não como alguém que está investigando os fatos, mas como alguém que já tem plena “consciência” do que ocorreu: “o caso com certeza é de polícia”.

Diante dessa manipulação grotesca, a primeira pergunta que me vem à mente é a seguinte: quem está por trás dessa armação? Não é difícil imaginar, uma vez que - apesar da complexidade do xadrez político – é possível perceber a movimentação dos peões e dos cavalos. Mas como não sou leviano nem faço acusações sem provas, prefiro não acusar ninguém precipitadamente.

De uma forma ou de outra, o que o senhor Cesar Belo pratica é um jornalismo fedorento. Podre na raiz, porque não tem compromisso com a verdade dos fatos, mas sim com interesses escusos. São esses que ditam as regras desse jogo sujo, baseado na manipulação e na mentira. São esses interesses que jogam abaixo o manual de “ética” jornalística e que lamentavelmente é seguido à risca pelo senhor Cesar Belo quando quer jogar seus excrementos na rede mundial de computadores. O resultado não poderia ser outro: um monte de acusações sem uma mísera prova, tendo como base simples comentários, todos eles anônimos. Enfim: pura especulação.

Como se vê, o senhor Cesar Belo não apenas participa diretamente, mas dá vazão a essa espécie de terrorismo verbal tão comum em tempos de internet. Pergunto: ao estimular esse tiroteio contra mim está o senhor praticando jornalismo sério, investigativo? É obvio que não.

No entanto, tenho minha consciência tranqüila, pois sei que nada fiz de errado ao longo da minha vida profissional e pública. Tenho plena confiança na justiça de Deus e na justiça terrena. Sei que a verdade sempre prevalecerá. Por isso agradeço a solidariedade de amigos, familiares e, principalmente, do povo de Chapadinha que eu tanto amo. Tenho absoluta certeza de que tudo será esclarecido.

Um abraço a todos!
Erik Marinho

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