Pular para o conteúdo principal

PT adia definição de tática eleitoral

Este último 29 de março foi um dia pra lá de agitado. Além das comemorações pela passagem do aniversário de Chapadinha, o Partido dos Trabalhadores filiou aos seus quadros a promotora (em processo de aposentadoria) Doracy Reis, que chega com status de pré-candidata a prefeita.

No mesmo dia foi apresentada proposta de apoio a candidato a prefeito de outro partido assinada por sete dos oito membros da Comissão Executiva Municipal, protocolarmente respeitando as regras do "Regulamento das Prévias e Encontros 2012" e de uma vez por todas acabando com qualquer boato de racha ou "cabo de guerra" baseado nos debates internos. 

Com a apresentação da proposta, será realizado, no dia 29 de abril, um Encontro de Definição de Tática Eleitoral, no qual todos os filiados aptos do município, cerca de 160, decidirão democraticamente se o partido lançará candidatura própria ou se deve apoiar candidato de outro partido. A decisão levará o partido a duas alternativas:


  • Decidindo-se pela candidatura própria, haverá prazo de 5 (cinco) dias úteis para os pré-candidatos se inscreverem e disputarem prévia mais uma vez entre os filiados até 20 de maio em primeiro turno e 3 de junho em segundo turno. 
  • Decidindo-se por apoio a candidato de outro partido, todos os filiados decidirão no Encontro de Definição de Candidatos, provavelmente em 10 de junho, que candidato será esse.
Ou seja, o processo político no PT é democrático, transparente e imprevisível.


Obs: Clique aqui e veja o regulamento.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pastor de Chapadinha vai a Itapecuru prestar depoimento

O assassinato do empresário Pedro Lopes Fontenelle, em Vargem Grande, ainda é um mistério. Para ajudar a solucionar o caso o pastor Elias Lima, presidente da Assembleia de Deus em Chapadinha, se dirigiu à Delegacia de Itapecuru-Mirim na manhã desta terça-feira (02) para prestar depoimento.
O crime aconteceu na última quarta-feira (27) às margens da BR-222, em frente a uma propriedade que o pastor havia vendido para o empresário. O empresário foi executado com dois tiros e não levaram nada dele.
Segundo um genro do pastor, o irmão Ezequiel Douglas, ele não recebeu qualquer intimação para comparecer ao distrito policial que investiga o caso e se dirigiu de forma espontânea. “Como ninguém sabe quem são os autores nem a motivação do crime, cabe todos que tiveram algum contato recente com a vítima munir as autoridades policiais com toda informação que possa ajudar a solucionar o caso”, afirmou ao blog.
Pedro Lopes Fontenelle tinha 46 anos e atuava no ramo frigorífico em Vargem Grande.

O que não te disseram sobre a "farra dos contracheques"

Enquanto a gritaria tomava conta das redes sociais, me dediquei a estudar a folha de pagamento da Prefeitura de Chapadinha e verifiquei alguns dados que precisam ser esclarecidos.
Primeiro, nenhum vigia “recebe” R$ 6 mil. O presente do indicativo é usado para demonstrar ação continuada. E o vigia Marcelo Costa Abreu, segundo este mesmo Portal da Transparência que serve de fonte para pinçar informações pela metade e causar alvoroço, tem um salário de R$ 1.247,50. Nos meses de Setembro e Outubro ele recebeu gratificações para compensar outros serviços que ele teria prestado à administração municipal, segundo relato dele mesmo em áudio que circula nos grupos de WhatsApp.
A realização destes trabalhos deve ser atestada, mas essa checagem desmonta a tese segunda qual ele receberia um grande salário para dividir com um ex-prefeito e um vereador.
Outro dado que tem aparecido de maneira muito distorcida é a lotação de todos os servidores como funcionários do gabinete do prefeito. Na verdade…

Não Chamem Pra Mesma Mesa o Prefeito e o Cunhado Vereador

A confusão começou numa comemoração de família. Os dois conversavam com o nível etílico um pouco acima do recomendado quando o parlamentar externou suas preocupações com o rumo do governo e o prefeito reagiu contrariado quando ouviu o irmão da primeira-dama lhe dizer que se a eleição fosse hoje ele seria derrotado.
O problema aumentou durante uma recente posse de secretários no gabinete do prefeito. Parecia que ele já estava concluindo mais um dos seus longos discursos quando olhou o vereador entre os presentes e relembrou o diálogo afirmando não levar a sério o diagnóstico. Constrangendo o parlamentar, o prefeito disse que aquilo era conversa de quem estava com algo cheio de cachaça.
O vereador, é claro, não escondeu a contrariedade com a conversa, que havia acontecido em âmbito privado, ser tratada publicamente e principalmente com os termos que o prefeito usou na frente de outros parlamentares e membros da equipe de governo.
Pra piorar, ao saber das reclamações do vereador, o pre…