Pular para o conteúdo principal

Professora Vera: “Queriam que eu devolvesse o dinheiro para a Prefeitura dividir entre os vereadores”


Presidente com a mesa de som antiga e a comprada pela sua gestão
Nova matéria do Blog do Alpanir Mesquita sobre gastos da Câmara Municipal levou a presidente da Casa, Professora Vera, a fazer denúncias graves na sessão desta terça-feira (28).

“Eu tenho um documento que quando eu assumi a presidência da Câmara me entregaram (dizendo) que eu teria que devolver todos os meses o restante do dinheiro da Câmara para a Prefeitura. Sabem para que? Para dividir entre os vereadores”, afirmou a presidente, alegando que parlamentares descontentes estariam por trás das publicações do blogueiro de Vargem Grande.

Segundo o texto publicado foram pagos R$ 158 mil à loja Digital Informática em 2017 para a aquisição de materiais de informática, o que a presidente justificou com a compra de equipamentos para o funcionamento da Rádio Câmara e as transmissões dos trabalhos legislativos, mas a maior parte do seu pronunciamento foi destinado a rebater os parlamentares que teriam plantado a matéria, apesar dela não ter revelado quem seriam.

A “mulher que não abera” chamou os seus adversários internos de cretinos e reafirmou: “Este documento existe, está guardadinho, pra na hora que eu precisar dele ele vir à tona”.

Outro lado
Ouvido pelo blog, Alpanir Mesquita preferiu não comentar o discurso da vereadora.

Outro destaque
A sessão também teve como destaque o duro pronunciamento do vereador Marcelo Marinheiro com críticas à coleta de lixo e à Secretaria de Saúde escancarando sua oposição ao governo Magno Bacelar. Assunto para os próximos textos.

Imagens: Foguinho Mídia

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pastor de Chapadinha vai a Itapecuru prestar depoimento

O assassinato do empresário Pedro Lopes Fontenelle, em Vargem Grande, ainda é um mistério. Para ajudar a solucionar o caso o pastor Elias Lima, presidente da Assembleia de Deus em Chapadinha, se dirigiu à Delegacia de Itapecuru-Mirim na manhã desta terça-feira (02) para prestar depoimento.
O crime aconteceu na última quarta-feira (27) às margens da BR-222, em frente a uma propriedade que o pastor havia vendido para o empresário. O empresário foi executado com dois tiros e não levaram nada dele.
Segundo um genro do pastor, o irmão Ezequiel Douglas, ele não recebeu qualquer intimação para comparecer ao distrito policial que investiga o caso e se dirigiu de forma espontânea. “Como ninguém sabe quem são os autores nem a motivação do crime, cabe todos que tiveram algum contato recente com a vítima munir as autoridades policiais com toda informação que possa ajudar a solucionar o caso”, afirmou ao blog.
Pedro Lopes Fontenelle tinha 46 anos e atuava no ramo frigorífico em Vargem Grande.

O que não te disseram sobre a "farra dos contracheques"

Enquanto a gritaria tomava conta das redes sociais, me dediquei a estudar a folha de pagamento da Prefeitura de Chapadinha e verifiquei alguns dados que precisam ser esclarecidos.
Primeiro, nenhum vigia “recebe” R$ 6 mil. O presente do indicativo é usado para demonstrar ação continuada. E o vigia Marcelo Costa Abreu, segundo este mesmo Portal da Transparência que serve de fonte para pinçar informações pela metade e causar alvoroço, tem um salário de R$ 1.247,50. Nos meses de Setembro e Outubro ele recebeu gratificações para compensar outros serviços que ele teria prestado à administração municipal, segundo relato dele mesmo em áudio que circula nos grupos de WhatsApp.
A realização destes trabalhos deve ser atestada, mas essa checagem desmonta a tese segunda qual ele receberia um grande salário para dividir com um ex-prefeito e um vereador.
Outro dado que tem aparecido de maneira muito distorcida é a lotação de todos os servidores como funcionários do gabinete do prefeito. Na verdade…

Não Chamem Pra Mesma Mesa o Prefeito e o Cunhado Vereador

A confusão começou numa comemoração de família. Os dois conversavam com o nível etílico um pouco acima do recomendado quando o parlamentar externou suas preocupações com o rumo do governo e o prefeito reagiu contrariado quando ouviu o irmão da primeira-dama lhe dizer que se a eleição fosse hoje ele seria derrotado.
O problema aumentou durante uma recente posse de secretários no gabinete do prefeito. Parecia que ele já estava concluindo mais um dos seus longos discursos quando olhou o vereador entre os presentes e relembrou o diálogo afirmando não levar a sério o diagnóstico. Constrangendo o parlamentar, o prefeito disse que aquilo era conversa de quem estava com algo cheio de cachaça.
O vereador, é claro, não escondeu a contrariedade com a conversa, que havia acontecido em âmbito privado, ser tratada publicamente e principalmente com os termos que o prefeito usou na frente de outros parlamentares e membros da equipe de governo.
Pra piorar, ao saber das reclamações do vereador, o pre…