Pular para o conteúdo principal

Audiência Pública debaterá horário de festas e bares em Chapadinha


A Câmara de Vereadores realizará na próxima quinta (21) audiência pública para debater os horários de funcionamento dos bares e festas na cidade, especialmente com os chamados “paredões”.

Esta não é a primeira vez que o Legislativo Municipal tratará do tema, mas as tentativas de regulamentação anteriores não foram suficientes para que os eventos ocorram respeitando os demais cidadãos. O Ministério Pública afirma ter sido procurado por vários moradores pedindo que os abusos sejam coibidos e órgão solicitou da Câmara a realização desta audiência.

A presidente da Câmara, vereadora Professora Vera, tem divulgado convite à sociedade para que possam participar o maior número possível de envolvidos no assunto. “É muito importante estejam presentes aqueles que organizam as festas, donos de bares e paredões, assim como cidadãos que moram próximos aos locais desses eventos. É ouvindo todas as partes que vamos construir a melhor legislação sobre o tema”, defende a presidente.

Além dos vereadores e do Ministério Público, a audiência pública também contará com representantes dos poderes Executivo e Judiciário, e de autoridades da Segurança Pública.

O que: Audiência sobre horários de bares e festas
Onde: Câmara Municipal de Chapadinha
Quando: Quinta-feira (21)
Horário: 16h

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pastor de Chapadinha vai a Itapecuru prestar depoimento

O assassinato do empresário Pedro Lopes Fontenelle, em Vargem Grande, ainda é um mistério. Para ajudar a solucionar o caso o pastor Elias Lima, presidente da Assembleia de Deus em Chapadinha, se dirigiu à Delegacia de Itapecuru-Mirim na manhã desta terça-feira (02) para prestar depoimento.
O crime aconteceu na última quarta-feira (27) às margens da BR-222, em frente a uma propriedade que o pastor havia vendido para o empresário. O empresário foi executado com dois tiros e não levaram nada dele.
Segundo um genro do pastor, o irmão Ezequiel Douglas, ele não recebeu qualquer intimação para comparecer ao distrito policial que investiga o caso e se dirigiu de forma espontânea. “Como ninguém sabe quem são os autores nem a motivação do crime, cabe todos que tiveram algum contato recente com a vítima munir as autoridades policiais com toda informação que possa ajudar a solucionar o caso”, afirmou ao blog.
Pedro Lopes Fontenelle tinha 46 anos e atuava no ramo frigorífico em Vargem Grande.

O que não te disseram sobre a "farra dos contracheques"

Enquanto a gritaria tomava conta das redes sociais, me dediquei a estudar a folha de pagamento da Prefeitura de Chapadinha e verifiquei alguns dados que precisam ser esclarecidos.
Primeiro, nenhum vigia “recebe” R$ 6 mil. O presente do indicativo é usado para demonstrar ação continuada. E o vigia Marcelo Costa Abreu, segundo este mesmo Portal da Transparência que serve de fonte para pinçar informações pela metade e causar alvoroço, tem um salário de R$ 1.247,50. Nos meses de Setembro e Outubro ele recebeu gratificações para compensar outros serviços que ele teria prestado à administração municipal, segundo relato dele mesmo em áudio que circula nos grupos de WhatsApp.
A realização destes trabalhos deve ser atestada, mas essa checagem desmonta a tese segunda qual ele receberia um grande salário para dividir com um ex-prefeito e um vereador.
Outro dado que tem aparecido de maneira muito distorcida é a lotação de todos os servidores como funcionários do gabinete do prefeito. Na verdade…

Não Chamem Pra Mesma Mesa o Prefeito e o Cunhado Vereador

A confusão começou numa comemoração de família. Os dois conversavam com o nível etílico um pouco acima do recomendado quando o parlamentar externou suas preocupações com o rumo do governo e o prefeito reagiu contrariado quando ouviu o irmão da primeira-dama lhe dizer que se a eleição fosse hoje ele seria derrotado.
O problema aumentou durante uma recente posse de secretários no gabinete do prefeito. Parecia que ele já estava concluindo mais um dos seus longos discursos quando olhou o vereador entre os presentes e relembrou o diálogo afirmando não levar a sério o diagnóstico. Constrangendo o parlamentar, o prefeito disse que aquilo era conversa de quem estava com algo cheio de cachaça.
O vereador, é claro, não escondeu a contrariedade com a conversa, que havia acontecido em âmbito privado, ser tratada publicamente e principalmente com os termos que o prefeito usou na frente de outros parlamentares e membros da equipe de governo.
Pra piorar, ao saber das reclamações do vereador, o pre…