Pular para o conteúdo principal

Dr Levi é reeleito presidente do PCdoB



O partido do governador Flávio Dino realizou Conferência Municipal na manhã do último sábado (09) no plenário da Câmara de Vereadores e reelegeu o ex-deputado Levi Pontes de Aguiar para mais um mandato a frente da legenda.

O evento contou com a presença de vereadores de outros partidos (Netinho Gedeão, Neto Ponte, Missicley Araújo e Nonato Baleco), além de representantes do PCdoB de São Benedito do Rio Preto. Antes da reeleição por aclamação, discursos dos presentes trataram na conjuntura nacional, estadual e municipal, além do projeto pré-eleitoral da sigla para 2020.

Conforme adiantado por este Blog, o vereador Neto Pontes (SD) anunciou que será candidato a prefeito se Dr Levi não se apresentar para a disputa. O ex-deputado mediu as palavras no seu discurso e não revelou ainda qual seu plano para o ano que vem, mas certamente participará da disputa.

Análise
O evento não teve as presenças do prefeito Magno Bacelar e nem da ex-prefeita Belezinha, o que foi recebido com alívio por integrantes do governo. “Eu achava que ele estava fechado com ela, se está avaliando as opções vamos respeitar e continuar dialogando”, afirmou aliviada uma fonte ligada à gestão.

Com o mandato renovado a frente do partido do governador, Dr Levi já estuda reunir apoiadores dispersos por, pelo menos, cinco partidos diferentes para montar uma chapa competitiva de candidatos a vereador que dê sustentação a uma eventual candidatura sua à prefeitura.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pastor de Chapadinha vai a Itapecuru prestar depoimento

O assassinato do empresário Pedro Lopes Fontenelle, em Vargem Grande, ainda é um mistério. Para ajudar a solucionar o caso o pastor Elias Lima, presidente da Assembleia de Deus em Chapadinha, se dirigiu à Delegacia de Itapecuru-Mirim na manhã desta terça-feira (02) para prestar depoimento.
O crime aconteceu na última quarta-feira (27) às margens da BR-222, em frente a uma propriedade que o pastor havia vendido para o empresário. O empresário foi executado com dois tiros e não levaram nada dele.
Segundo um genro do pastor, o irmão Ezequiel Douglas, ele não recebeu qualquer intimação para comparecer ao distrito policial que investiga o caso e se dirigiu de forma espontânea. “Como ninguém sabe quem são os autores nem a motivação do crime, cabe todos que tiveram algum contato recente com a vítima munir as autoridades policiais com toda informação que possa ajudar a solucionar o caso”, afirmou ao blog.
Pedro Lopes Fontenelle tinha 46 anos e atuava no ramo frigorífico em Vargem Grande.

O que não te disseram sobre a "farra dos contracheques"

Enquanto a gritaria tomava conta das redes sociais, me dediquei a estudar a folha de pagamento da Prefeitura de Chapadinha e verifiquei alguns dados que precisam ser esclarecidos.
Primeiro, nenhum vigia “recebe” R$ 6 mil. O presente do indicativo é usado para demonstrar ação continuada. E o vigia Marcelo Costa Abreu, segundo este mesmo Portal da Transparência que serve de fonte para pinçar informações pela metade e causar alvoroço, tem um salário de R$ 1.247,50. Nos meses de Setembro e Outubro ele recebeu gratificações para compensar outros serviços que ele teria prestado à administração municipal, segundo relato dele mesmo em áudio que circula nos grupos de WhatsApp.
A realização destes trabalhos deve ser atestada, mas essa checagem desmonta a tese segunda qual ele receberia um grande salário para dividir com um ex-prefeito e um vereador.
Outro dado que tem aparecido de maneira muito distorcida é a lotação de todos os servidores como funcionários do gabinete do prefeito. Na verdade…

Não Chamem Pra Mesma Mesa o Prefeito e o Cunhado Vereador

A confusão começou numa comemoração de família. Os dois conversavam com o nível etílico um pouco acima do recomendado quando o parlamentar externou suas preocupações com o rumo do governo e o prefeito reagiu contrariado quando ouviu o irmão da primeira-dama lhe dizer que se a eleição fosse hoje ele seria derrotado.
O problema aumentou durante uma recente posse de secretários no gabinete do prefeito. Parecia que ele já estava concluindo mais um dos seus longos discursos quando olhou o vereador entre os presentes e relembrou o diálogo afirmando não levar a sério o diagnóstico. Constrangendo o parlamentar, o prefeito disse que aquilo era conversa de quem estava com algo cheio de cachaça.
O vereador, é claro, não escondeu a contrariedade com a conversa, que havia acontecido em âmbito privado, ser tratada publicamente e principalmente com os termos que o prefeito usou na frente de outros parlamentares e membros da equipe de governo.
Pra piorar, ao saber das reclamações do vereador, o pre…